Rádio Hunter

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Espaço digital : âmbito seguro ou meramente verossímil ?

 Realidade relativa

O crescimento, integração e sofisticação da tecnologia da informação e comunicações estão mudando nossa sociedade e economia.

O desenvolvimento resultante do mundo interconectado significa que a proteção da identidade digital, bens e transações on-line estão se tornando vitais aos governos, negócios e indivíduos.

 Brecha na doutrina de caução digital

Cerca de 25% das crianças que acessam a internet no Brasil já sentiram medo ou perigo no ambiente online. As informações são da pesquisa TIC Crianças 2010, publicada nesta terça-feira (4) pelo CGI (Comitê Gestor da Internet), que avalia o uso de tecnologias da informação e comunicação por este público. O estudo entrevistou 2.516 pessoas em todo o Brasil, fazendo perguntas diretas para as crianças (internautas de 5 a 9 anos) e também para seus pais.

O levantamento identificou que 12% das crianças declararam já ter conhecido alguém pela internet e 6% já foram alvos de brincadeiras ou piadas na rede – prática também conhecida como ciberbullying. "Apesar de as informações serem quantitativas e mostrarem a percepção das próprias crianças, é possível notar que há ainda brechas no uso da rede", disse Graziela Castello, da Ipsos, empresa que conduziu a pesquisa.

Quanto à mediação pelos pais do uso da internet, boa parte das crianças utiliza sozinha a rede: 40% dos entrevistados afirmaram navegar sem a presença de parentes ou professores. As mães são as maiores companheiras dos filhos (35%), seguidas de outros parentes (29%).
No que diz respeito ao uso da internet, a porta de entrada das crianças de 5 a 9 anos são os jogos: 90% delas já acessaram joguinhos pela rede. Na sequência do ranking das principais atividades vêm a busca por assuntos de escola (45%) e brincadeiras em sites que tenham desenhos (42%).

As redes sociais, frequentemente usadas por adultos, também tem seu espaço entre as crianças. Quase um terço delas informou ter usado Orkut, Facebook e outras redes. “Mesmo que a criança não esteja alfabetizada, os pais criam um perfil para elas nessas redes sociais”, justificou Juliano Cappi, coordenador da pesquisas do Cetic.br (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação).
 
Meninas são mais vigiadas

A preocupação dos pais é predominante com as meninas. Um quarto dos adultos entrevistados,  que têm o habito de acompanhar os filhos, procura visitar o histórico dos sites acessados por suas filhas. Em comparação, os meninos são "vigiados" por 15% dos pais.

Um dos aspectos de a pesquisa ter sido feita com pais e filhos mostrou algumas discrepâncias entre o que os filhos fazem e o que seus pais têm noção do que eles fazem.  Um exemplo é a resposta que filhos e pais deram à pergunta se elas utilizaram computador nos últimos três meses: 51% das crianças disseram que já usou alguma vez, enquanto 43% dos pais informaram que seus filhos já mexiam na máquina.

Esses dados mostram que os pais acompanham pouco seus filhos, que acabam utilizando o computador, muitas vezes, na casa de amigos, em LAN houses ou na própria escola.
As entrevistas para o levantamento foram feitas entre setembro e novembro de 2010.

Reflexão articulatória

Baseado na existência atual da necessidade de evoluir intensivamente e se planear em alto nível, em todas as vertentes da vida, é necessário estabelecer padrões sólidos e consistentes que suportem todas as adversidades possíveis para poder se construir um equilíbrio favorável para a convivência e coexistência mundial, e deve ser assim também no aspecto tecnológico. É preciso - de extrema importância - a elaboração e a consolidação de sistemas digitais, seguros e vigorosos, que torne o acesso consideravelmente viável, salubre, confortante e eficiente.

Conhecimento, técnicas e habilidades temos em nível trascendental. Temos a mestria em mãos, vamos aprimorar ;)

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